O Programa Arboretum recebeu, nesta quarta-feira (25), na Base de Teixeira de Freitas, os servidores Hans Neto, Diretor de Programas e Projetos da Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia (SEMA), e Guido Giuseppe Brasileiro, assessor administrativo com atuação em políticas públicas ambientais na SEMA. Eles estiveram na Base em representação da superintendente de Inovação da pasta, Maiana Pitombo.
Durante o encontro com as Coordenadoras do Programa Arboretum, Luciana Gomes e Renata Carvalho, foram debatidos temas estratégicos para o fortalecimento da restauração florestal no território. A pauta incluiu produção de mudas nativas, capacidade produtiva dos viveiros, logística e novas tecnologias — como o sistema paperpot — que podem ampliar a eficiência e a escala das ações de restauração.
A visita técnica se estendeu ao Herbário, ao Laboratório, ao Viveiro e às demais dependências da Base Florestal do Programa, proporcionando uma visão abrangente da estrutura técnica que sustenta as iniciativas de conservação e restauração da diversidade florestal.
Os representantes da SEMA também visitaram o Núcleo Braúna, comunidade produtora de mudas parceira do Programa Arboretum, onde puderam observar em campo a estrutura física do viveiro, a mobilização comunitária e o modelo de gestão adotado.
Na ocasião, em uma breve roda de diálogo, os representantes do Núcleo apresentaram os principais desafios relacionados à comercialização de mudas para restauração florestal, especialmente quanto à oscilação da demanda, aos prazos de contratação, às listas de espécies reduzidas e à limitada abertura para oferta de maior diversidade. Destacaram que esses fatores impactam diretamente o planejamento produtivo, a sustentabilidade financeira e os resultados dos viveiros comunitários.

As informações e impressões levantadas durante a agenda contribuirão para a elaboração de futuros projetos e instrumentos de fomento à restauração florestal pela SEMA, com foco em inovação, apoio a viveiros e ampliação de ações ambientais no estado da Bahia.
A visita reforça a importância do diálogo entre órgãos públicos e iniciativas técnicas consolidadas no território, fortalecendo a construção de políticas públicas voltadas à restauração e à inovação ambiental.
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