Projeto fortalece comunidades, promove educação socioambiental e avança na restauração florestal na Hileia Baiana
Avançam nas comunidades da Hileia Baiana as ações do Projeto Florestas Integradas “Corredor Etnoecológico Maturembá”, iniciativa que está fortalecendo a cadeia da restauração florestal e ampliando a participação comunitária na recuperação da Mata Atlântica.

As atividades estão sendo desenvolvidas junto aos núcleos Jequitibá, Pau Brasil e AMUPAM (Canto da Mata), onde moradores participam de processos de educação socioambiental, formação e planejamento participativo voltados ao fortalecimento da organização comunitária e ao uso sustentável dos recursos florestais.
Além das ações de mobilização e formação, o projeto também está promovendo a restauração de 70 hectares de áreas na Hileia Baiana, utilizando diferentes metodologias e fortalecendo a rede de viveiros, coletores de sementes e produtores de mudas envolvidos na cadeia produtiva da restauração florestal.

Corredor etnoecológico conecta floresta, cultura e comunidades
O Corredor Etnoecológico Maturembá integra a restauração da Mata Atlântica com a valorização dos conhecimentos, modos de vida e relações culturais das comunidades que vivem no território.
A proposta reconhece que restaurar a floresta também significa fortalecer as pessoas que cuidam da paisagem. Ao conectar áreas em restauração e articular comunidades, viveiros e redes locais da restauração, o projeto contribui para construir paisagens mais biodiversas, resilientes e socialmente fortalecidas na Hileia Baiana.
Com duração de 18 meses, o projeto está promovendo encontros comunitários, oficinas participativas e momentos de planejamento coletivo, fortalecendo a organização local e ampliando o impacto das ações de restauração no território.

O Projeto Florestas Integradas é executado pelo Programa Arboretum – Fundação José Silveira, por meio do Edital Conectando Paisagens, gerido pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com apoio financeiro da Inovaland Brasil e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no âmbito da Iniciativa Floresta Viva.
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